Na humilde opinião deste que vos fala, a música é uma porção vital para a nossa sobrevivência. Não me vejo, em nenhum momento da minha vida, sem sentir vontade de ouvir uma canção.
Eu ouço tanta música que eu resolvi me cadastrar em um site que mantém o registro de tudo que eu ouço. Aqui, sinta-se a vontade para fuçar. Gosto bastante desse last.fm. Lá eu posso procurar artistas relacionados e ficar horas e horas ouvindo as recomendações deveras pertinentes que o site propõe.
Voltando ao assunto, eu e a música, mais especificamente o fuckin’ rock n’ roll, tivemos um começo tardio. Eu considero alguns marcos na minha vida musical:
Por volta dos 10 anos de idade, fui obrigado por minha mãe a entrar nas aulas de piano que ela tanto adorava. Aulas de canto e coral e aquela professora que parecia ter saido de um calabouço sujo de uma produção secundária da Disney não me apeteciam, acreditem. Larguei, na verdade bombei, fui mal de propósito e, provavelmente, destruí toda a chance de me tornar um músico de verdade. Perceba que, neste momento, eu não me interessava em ouvir música. O que passava nas rádios? Alguma música muito tosca do Michael Jackson.
O termo pré-adolescência ainda existe? Pois é, nessa época, eu aprendi a escutar rádio. Eu viva ouvindo Jovem Pan e Transamérica em casa. Por algum motivo indeterminado, o rock internacional me agradava muito mais do que qualquer coisa nacional que passasse na época. Comecei a ouvir os meus primeiros compact discs. Até hoje, eu tenho, em algum lugar escondido da minha casa, o primeiro volume de uma série chamada Planet Hits. Só clássicos.
A MTV me encontrou poucos anos depois e com ela Raimundos, a banda era de Brasília, a letra era suja e as guitarras pela primeira vez fizeram algum sentido na minha pobre cabeça juvenil. O Disk MTV com a gostosa da Sabrina bombava nessa época, assim como meus hormônios e esse programa me apresentou uma quantidade enorme de boas bandas em fases ridículas. Exemplo? Metallica tinha lançado o Load e os clipes de Until it Sleeps e Unforgiven II eram apresentados todos os dias no Disk pela gostoooosa da Sabrina. Hormônios…
Aerosmith e Guns n’ Roses eram a trilha sonora do início do meu 2º grau. Eu ouvia sem parar. Nessa época, eu começei a aprender a tocar violão na marra. Autodidata com uma porção de amigos, dicas eram trocadas e músicas diferentes eram tocadas todas as vezes que nos encontrávamos.
Tudo mudou quando eu entrei numa loja para quebrar um tabu. Eu ia comprar um cd do diabólico Iron Maiden para ver no que ia dar. Entrei e saí com o Brave New World na mão e, em casa, mostrei ao meu pai com aquela cara de eu-não-quero-saber-o-que-você-acha e ele me deu um tapinha nas costas pouco ligando para o meu feito. Quase furei aquela porra de tanto ouvir. Iron Maiden é uma das minhas bandas preferidas até hoje, sem clichês aqui por favor.
Com os meus 16 anos, frequentava os showzinhos aqui em Brasília e já gostava da “cena” candanga das bandas de Metal. Ouvia Blind Guardian, Helloween, Stratovarius, Gamma Ray, Angra, Hammerfall e Edguy. Obviamente, eu era zoado pelos meus amigos que já curtiam a praia do death e thrash metal. Eu merecia, os caras deviam usar mais produtos capilares que a minha mãe e cantavam como donzelas. Paralelamente, escondido de todos meus amigos metaleiros, eu nutri uma verdadeira paixão enrustida por clássicos como o Deep Purple e Eric Clapton.
Aos poucos eu comecei a apreciar algumas coisas mais pesadas e parei de achar que o André Mattos tinha a voz mais bonita do metal. Voltei a ouvir coisas como Pantera, Megadeth e Metallica old school e comecei a procurar estilos alternativos dentro do rock e metal para ver se algo me agradava. Numa dessas madrugadas da vida (como as coisas eram mais difíceis com a conexão discada), eu baixei um cover de Rush feito pelo Dream Theater da música Red Barchetta e ela mudou minha vida. Meu repertório de música só foi aumentar com a popularização da banda larga, até então, meus arquivos de mp3 eram escassos e só fui descobrir mesmo que Dream Theater era minha banda preferida algum tempo depois, na faculdade, quando fui apresentado ao cd Scenes from a Memory.
A minha fixação por DT fez a minha curiosidade e a minha sede por coisas novas aumentarem exponencialmente. Buscava por referências nas músicas e descobri que eu gostava desde Beatles até Genesis, passando por Yes e Pink Floyd. Hoje, mesmo com muito menos tempo para me dedicar, eu continuo com a mesma sede por novidades e continuo renovando meu gosto musical a todo instante.
E você? Qual banda mudou sua vida?

Mmmmmmmmmmmmm… eu acho que inspirei o seu post! (rs). Engraçado que eu realmente nunca tinha ouvido falar de Dream Theater. Mesmo. Porém vou até reconsiderar, porque os caras, segundo o teu post, gostam do que eu gosto. Vou experimentar esse CD aí que você falou; apesar de a LastFM e eu não nos entendermos muito bem.
…Yes, Pink Floyd, Beatles e Genesis, entre muchas outras coisitchas mais ouço sempre. Atualmente tô numa fase Velvet Underground, the Shins, Radiohead e Coldplay pra ser mais moderninha. Rs.
Um dia farei um post musical da Srta. Rosa.
E, definitivamente, somos contemporâneos.
Bom restinho de semana,
Em tempo. Rush eu ouço desde criancinha. Adoro, tenho Fly By Night em fita cassete! Rsrsrsrs!
Eu não vou comentar como deveria porque vou escrever um post igual!
Hehhehe
Srta. Rosa,
Sim, inspirado completamente por você.
Eu sempre empolgo quando alguém descobre Dream Theater.
Quase sempre as pessoas acabam se decepcionando com os caras… na verdade, não é nada normal gostar das coisas que eles fazem. Vá com calma, ouça as músicas mais convencionais como Silent Man, Hollow Years e Take Away my Pain e se acostume um pouco antes de partir para a pirotecnia alucinada que eles promovem em algumas músicas.
Alexandre,
Posta logo alguma coisa rapaz. O Chapecó já demonstrou uma insatisfação no post anterior. Percebeu?
Sr. Falcão….
Acho que o senhor está apaixonado… mas nao vem ao caso… percebo que o senhor captou minha mensagem anterior! rsrsrs
Depois do Capitão Nascimento, passei a usar “SENHOR” de maneira mais divertida!
O Senhor entendeu seu fanfarrão?
Odeio postar sem estar logado….
AGORA SIM….
Sabe o que é melhor?
É tão bom ver os posts com mais de 2 comentários… kakakak
Srta. Rosa a Senhora (conotativamente falando) faz nossa felicidade.
UM BEIJO
rs!
Putz… isso pq to de mau humor hj.
Mandaria o Samuemo e o Alexandre pro inferno fáááácil…
ô vontade de ver sangue!
hahahhaaahhaahah
CORREÇÃO….
onde tem POSTAR, leia COMENTAR!
ÊÊÊÊ, mais um comentário!!!
LEGALLLL
“Eu só quero é ser feliz, andar tranquilamente na favela onde eu nasci… ééé… e poder me orgulhar e ter a consciencia q pobre tem seu lugar!”
Sr. Falcão… isso sim é musica!!!!
PS.: Eu ví primeiro!!!
Será que se a gente comentar várias vezes esse post vira o mais comentado da história do blog?
Quem sabe?
Só porque é sexta-feira e minha alma está benevolente vou comentar pra dar uma força pro recorde.
Bezzos,
Hi five Sta.
Mais um comentario!
Acho que esse já é o post com o maior número de comentários. O que vcs acham?
Yé… claro… eu acho….
inclusive….
ADO AADO o post do samuemo é o mais comentadooo!!!
Eu prefiro números pares.
Bom eu prefiro ímpares!