Enfim, aqui começa a série: Não assista esse filme! Será o nosso selo de não-qualidade para tudo que é desperdício de dinheiro… seu (do ingresso) e dos executivos da indústria do cinema. Nesse exato momento estou postando do aeroporto de Congonhas em São Paulo e antes de chegarmos aqui desperdiçamos R$ 8,50 em um filme cuja exibição deveria ser proibida por lei.

Esse filme é uma merda, merda de mamute… literalmente! O filme é uma sequência de clichês. Tirando a organização social esquisita para a “época”, a posição geográfica imprecisa, a atuação, a direção, os efeitos especiais… opa não tem mais nada para tirar. O filme é um erro colossal! Entre a profecia mais específica da história do cinema e os egípcios (?) semi-deuses o filme é uma vazão do uso extremo de drogas psicotrópicas de quem trouxe esse lixo para a tela do cinema.
A cada clichê, eu sentia que uma unha do pé era retirada por métodos medievais… sem exagero. O Alexandre até machucou o braço depois de esmurrar a cadeira da frente. Como esse filme pode ter passado pelo crivo de um produtor? Qualquer um! Nem precisava ser um dos bons não… é rídiculo!
É tanto lixo junto… com uma pretensão gigantesca. Sim, o filme é pretencioso. Em certo momento, eu senti vergonha… sério, vergonha alheia. Sabe quando seu amigo levava aquela bronca do pai dele e você estava por perto? Foi o que eu senti durante do filme todo. Como diríamos: o filme estava se achando o foda… mas era uma merda! Lixo! Estou puto, eu quero socar quem deixou essa porcaria sair no cinema.
É um zero! Zero!
Cansei, não vale a pena escrever tanto por causa dessa bosta.
mamnute de cu e rola