
Diria eu, ao jogar River Raid e Enduro, que um dia falaríamos em equipamentos sem fios no meio da rua com qualquer pessoa no mundo e que eles não iriam se chamar walk-talk?
Quinze anos mais tarde, eu ainda me deslumbro com algumas coisas que podem até parecer comuns para os geeks de carteirinha. Definitivamente, a coisa que mais me surpreendeu até agora foi o meu celular. No meio do ano passado eu comprei um Nokia N95 e nem fuçei muito nele não. Já tinha ouvido falar barbaridades, coisas que eu nem via utilidade e nem dei muita bola. Usava a câmera, a internet e a agenda, estava contente com isso. Até o Alexandre comprar um pra ele também.
Ele não se abalou… já saiu trucidando a capacidade do bichinho e ia me falando os resultados. Hoje eu tenho no meu celular o GMail, um tracker via GPS da Nokia, o Google Maps, os mapas do Nokia Maps, um MSN muito bom e outros diversos aplicativos que tornam a nossa vida mais ágil e interessante.

Esse celular do inferno consegue mostrar no google maps onde a gente está por GPS ou pela triangulação das antenas da operadora. Muito útil para pessoas perdidas e sem senso de direção como eu.
Cansei de ver esse história de rastreamento de celular pela operadora em filmes, mas de verdade eu nunca tinha visto até ler um post no meio-bit hoje. Aparentemente um mané ludibriou uma garota não muito brilhante e convenceu-a a encontrá-lo e a polícia conseguiu achar a menina graças ao rastreamento do celular pela operadora. Leia mais aqui.
Do Atari ao celular foi rápido se você parar para pensar.
Para os robôs assassinos do juízo final é um pulo…
Trucidei mesmo!